Aristides Mendes (aka Menar Pipen)

Livros · Tema

IA

Para perceber a inteligência artificial, das promessas aos riscos.

Capa de Entre a Pergunta e a Resposta

Entre a Pergunta e a Resposta

Manual de Bolso Para Quem Quer Mesmo Entender IA (Edição para Totós)

Já perguntou a um assistente de IA qualquer coisa e ficou a pensar como é que aquilo sabe isso? Este livro explica, sem fórmulas nem jargão, o que se passa entre a pergunta que escreve e a resposta que recebe, com a ajuda de um polvo gigante.

Sinopse

Um livro que explica, sem fórmulas e sem mistificação, o percurso completo de uma pergunta, desde o momento em que é escrita até ao momento em que a resposta aparece. Ao longo de doze capítulos, o leitor acompanha a criação de uma inteligência artificial do princípio ao fim: como se decide o que ela deve fazer, de onde vêm e como se preparam os dados, e como o sistema processa padrões quando responde. A viagem é guiada por uma analogia que atravessa o livro, a de um polvo gigante cujos tentáculos e ventosas ajudam a visualizar o que acontece dentro de uma rede neuronal. Explica ainda porque é que estes sistemas inventam respostas com total confiança, desmonta sete mitos comuns e termina com uma síntese honesta sobre os limites do que hoje se sabe.

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Capa de Saber Sem Compreender

Saber Sem Compreender

O que as Redes Neuronais nos Ensinaram sobre a Mente

Ninguém escreveu as regras que uma rede neuronal segue: aprendeu-as a partir de dados. O que nos diz isso sobre a inteligência, a intuição e a mente humana?

Sinopse

Durante toda a história da tecnologia, uma máquina fez aquilo para que foi construída. As redes neuronais quebraram esse princípio: o programador constrói a estrutura, mas são os dados que moldam o comportamento. Em catorze capítulos, cinco partes e um epílogo, o livro segue a longa procura da inteligência, das regras explícitas à aprendizagem, e o regresso da caixa negra. Usa depois as máquinas como espelho da intuição e do conhecimento inexprimível dos humanos, enfrenta as grandes fronteiras (acertar versus compreender, o Quarto Chinês na era dos grandes modelos, o espectro da consciência) e acaba nas consequências sociais e no que vem depois das redes neuronais. Um ensaio filosófico, não um manual técnico: a pergunta já não é se a máquina finge pensar, mas se aprendeu a fazê-lo.

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Capa de O Estado Actual da IA

O Estado Actual da IA

E os Seus Caminhos Futuros

A passagem de modelos que respondem para agentes que decidem é a transição mais rápida e menos debatida da história recente da tecnologia. Um retrato lúcido, sem deslumbramento nem catastrofismo, do momento em que a IA deixou de perguntar e começou a agir.

Sinopse

A regulação está a resolver o problema de ontem (privacidade, desinformação, viés algorítmico) enquanto a tecnologia já se moveu para o problema de amanhã: a perda de agência humana sobre sistemas que decidem e agem sozinhos. Em seis capítulos, o ensaio acompanha a evolução dos assistentes para agentes autónomos, examina os riscos reais que os laboratórios de segurança testam (perda de alinhamento, exfiltração, capacidades ofensivas, manipulação) e o que já se faz para os mitigar, e analisa a geopolítica material da IA: a guerra dos semicondutores e a concentração da produção de chips. Cartografa as quatro filosofias que disputam a resposta institucional e propõe, na conclusão, um caminho de verificação internacional inspirado no regime de não-proliferação nuclear.

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Capa de O Duplo Sintético

O Duplo Sintético

Entre a Utopia e o Abismo na Era da Inteligência Artificial

E se a IA já não fosse apenas uma ferramenta, mas um duplo que nos acompanha, antecipa e, pouco a pouco, nos substitui? Um ensaio que recusa tanto o tecno-optimismo ingénuo como o catastrofismo paralisante.

Sinopse

A IA deixou de ser um martelo que prolonga o braço humano e passou a ser um Duplo Sintético: uma entidade que não se limita a reflectir o que somos, mas que nos acompanha, antecipa, decide em paralelo e, progressivamente, substitui. Depois de um prólogo narrativo, o livro percorre três planos. Os Alcances: o trabalho reconfigurado, a saúde entre o milagre e o mercado, a educação na era pós-memória, a arte sem génio solitário. Os Abismos: a arquitectura da manipulação, a justiça algorítmica, o novo contrato social e o poder das instituições. Os Caminhos: o silêncio e a falha como valor, a economia da atenção e a educação para a era pós-humana. Conclui com a escolha antropotécnica: usar o Duplo como prótese que amplia sem substituir, ou deixá-lo tornar-se o operador principal da realidade.

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